segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Noites insones, papel e caneta

Não me chamo poeta, tampouco letrada na arte de encantar com as palavras. Sou muito falante, por outro lado fechada em meu mundo. As palavras são o meio que encontrei para colocar sentimentos, angústias, alegrias, momentos.

Não me chamo poeta, pois não tenho métrica tampouco estilo. Sinto somente necessidade de colocar palavras para fora. Talvez por isso sempre me identifico tanto com Djavan e sua música. Seus versos, tal qual em Sina, parecem desconexos, sem muito sentido. A mim é o contrário.

E assim, desconexa, eu sigo. Com minha prosa e verso da madrugada. Quando o sono não vem, a cabeça agita, é com o papel e caneta que desafogo essa ressaca de dizer o que o coração não pode falar.

+links: Chega da saudade [18/04/2009]
+links: Desejos [01/04/2009]

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